4 comentários em “O livro do “falar errado” e do “preconceito linguístico”

  1. As partes
    “E, pior, o livro nem sequer explica o que seria preconceito linguístico ou quem constituiria as classes dominantes, tornando-se a própria obra um veículo de preconceito.”
    e “[…] ao tratar a língua formal como “língua dos opressores” o livro pode criar resistência do aluno ao tema […]”
    são fantásticas! além da polêmica gramatical exaltada, nesses fragmentos a questão política ficou evidente. Forte a coisa.. se elas tiveram a intenção de separar isso seria bacana de ser revisto também.

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  2. Outra perspectiva interessante sobre esta polêmica toda. Realmente esta ideia de querer incutir no aluno um pensamento de “esquerda” não é bem o papel da escola. Fazer o aluno pensar é salutar, mas pensar de forma ampla e não apenas para um lado.

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  3. “garantir que o aluno atinja o ponto de raciocinar por si mesmo e chegar às conclusões que melhor representem a sua própria identidade”. Sim, Marcelo, esse é o caminho ideal. Lamentavelmente, não é o que os capangas do CPERS querem, pois usam a falsa “luta do professor” (ilegítima para o objetivo em que a empregam), para fazer doutrinação ideológica de esquerda nas escolas e universidades. Não só nas públicas, frise-se. Estudei em escolas privadas e era comum presenciar esses discursos de segmentação de classe, a fim de provocar o ódio entre diferentes. Excelente análise a sua.

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  4. É difícil um post de teor mais sério receber comentários. Fico muito feliz e agradeço aos amigos por terem deixado suas impressões aqui.

    Lola, também tenho um desgosto muito grande pelo CPERS. O Alexandre (lembra dele, do show do Oasis?) e eu costumávamos falar disso. Tenho tias ex-professoras, além de ter eu mesmo dado aulas, então respeito muito a luta dos educadores por mais respeito, tanto do ponto de vista comportamental quanto financeiro. Professores deveriam estar entre os profissionais mais valorizados. Mas o CPERS tornou-se um apêndice partidário e ideológico, interessado em criar desordem e não em fomentar o debate de como melhorar a educação. É lamentável. Os professores gaúchos precisam – e merecem, aliás muito – uma representação mais adequada.

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